Afrikaner Weerstandsbeweging

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Na Internet tem de tudo, não é? Se tem site que vende drogas, site com pornografia infantil, site que acha que Deus é tão filho da puta que engana a humanidade criando o mundo em seis dias como se o mundo tivesse sido criado em 15 bilhões, então porque não um site que defende o Apartheid, o famoso (e, felizmente, extinto) regime de segregação racial da África do Sul?

Pois existe, e é o site http://www.awb.co.za/ . O site, obviamente, não está em nenhuma língua contaminada pelo sangue negro, como o inglês, mas na língua dos racistas sul-africanos, o africâner, que é pode ser definido como uma versão nazista do holandês.

Tem alguma dúvida que o site é nazista? Dá uma olhadinha na bandeira deles. Não é apenas uma suástica, é uma suástica aumentada de 50%, ou seja, eles mesmos se acham 50% mais nazistas que o próprio Hitler! Veja: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Afrikaner_Weerstandsbeweging_flag.svg

A seção sobre a história do movimento http://www.awb.co.za/2.Wieisons/geskiedenis.html faria chorar qualquer emo um que não conhecesse o que aconteceu de verdade: conta como os tadinhos do bôeres, depois de serem massacrados pelos malvados ingleses, se retiraram para o interior da África, onde viveriam em paz se não fossem pelos filhos da puta dos ingleses, xhosas e hotentotes, que teimavam em querer ferrar com eles. Só em 1961 que os heroicos bôeres se libertaram do tirano inglês, formando a democrática República da África do Sul, em que todos os cidadãos tinham direitos iguais. Mais: a África do Sul era tão boazinha, que dava até para estrangeiros vários direitos que nenhum outro país do mundo dava. Um pequeno problema é que estes estrangeiros, crioulos feios, fedorentos e não civilizados, eram bem mais numerosos do que os cidadãos sul-africanos, louros, lindos, cultos e de olhos azuis, na base de 10 para 1. O Afrikaner Weerstandsbeweging foi criado quando eles perceberam que o regime livre e democrático baseado em direitos iguais para todos os cidadãos e respeito aos estrangeiros iriam sucumbir, e os estrageiros se tornariam cidadãos, de forma absurda, com direitos iguais aos outros cidadãos.

Bom, o site é uma merda, lento pra caralho, mas, se você quer conhecer o outro lado, é uma visita imperdível.

Ver também[editar]