Catecismo do Carlos Zéfiro

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O Catecismo do Carlos Zéfiro foi uma série de publicações, em papel, nos anos 1960, que cumpriram o papel educativo que, hoje, é feito pelos sites de putaria.

Sua obra está preservada no site http://www.carloszefiro.com/

O Gênio[editar]

Carlos Zéfiro foi o pseudônimo adotado para o gênio criador do Catecismo, ele era um desenhista brilhante e tinha uma criatividade ímpar, podendo ser, sem dúvida, considerado um dos maiores escritores e desenhistas brasileiros de todos os tempos, e seguramente o melhor que combinava estas duas raras qualidades - quase sempre, quem fazia bons desenhos era incapaz de escrever, e os bons escritores desenhavam pior de que crianças de cinco anos de idade.

Durante anos, sua identidade permaneceu um mistério, havendo até rumores de que a ditadura militar andou torturando jornalistas para que revelassem que era este comunista subversivo.

A Distribuição[editar]

As obras de Carlos Zéfiro eram vendidas, clandestinamente, em bancas de jornal; segundo algumas fontes, os jornaleiros vendiam para os pais, que, zelosos com a educação dos filhos e levados por alta homofobia, queriam apresentá-los a obras de alto valor cultural e didático. Outras fontes sugerem que os jornaleiros vendiam mesmo para os meninos, afinal, foda-se, era mesmo ilegal vender o Catecismo.

Os exemplares eram, normalmente, compartilhados entre vários leitores, e era uma regra ética que, se alguém fosse fapar por causa de algum Catecismo, que evitasse sujar a obra de arte e que lavasse as mãos antes de cumprimentar seus amigos.

O nome Catecismo se deve à prática, usual na época, de agregar cada grupo de 10 histórias completas em um Testamento, ou seja, a primeira coleção de 10 histórias formaria o Antigo Testamento, e a segunda coleção o Novo Testamento.

A Arte[editar]

Imagem da história "Ana Sul".

As histórias eram desenhadas, em tinta preta sobre fundo branco, e impressas de forma clandestina. Os desenhos eram muito bem feitos, e ilustravam histórias pornográficas.

Carlos Zéfiro era extramamente moralista, e suas histórias só tinham sexo normal, não havia homossexualismo masculino, sexo anal ou incesto entre mãe e filho, havia apenas lesbianismo, sexo vaginal, incesto entre irmãos ou entre pai e filha.

BALEETED[editar]

O Catecismo marcou profundamente a geração que cresceu durante os anos 1960. Nos anos 1970, quando começaram a passar pornochanchadas no cinema, apareceram as revistas de mulher pelada vendidas legalmente nas bancas (apesar da ditadura, inicialmente, censurar as bucetas) e as revistinhas suecas de sacanagem, vendidas clandestinamente e que tinham fotos de sexo explícito, o mercado para desenhos pornográficos definhou, e o Catecismo de Carlos Zéfiro sumiu.

Foi ressurgir, mas como cult, apenas vários anos depois. Nos anos 1980, com o retorno da liberdade de expressão, vários de seus clássicos foram resgatados e compilados, então, finalmente, em 1991, um ano antes de morrer, apareceu uma pessoa se identificando como Carlos Zéfiro, e, como ninguém mais contestou, ele acabou se tornando, oficialmente, o gênio.

Fontes[editar]

As parte sem graça deste texto são baseadas no artigo merda da Wikipédia em português: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Z%C3%A9firo

As partes legais deste texto são baseadas no testemunho de quem viveu nesta época.

Ver também[editar]

Outros gênios da arte: