Colega de classe

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Colega de classe é um tipo de depósito que os underages desejam muito fuder, e que não conseguem se forem de classe média ou superior pois elas têm medo de perder a virgindade ainda. Depois de uns anos, na faculdade, continuam sendo um tipo de depósito que os homens querem fuder, devido à acessibilidade de estarem todos os dias presentes ali, ou pelo menos em todas as festinhas. Agora já se torna mais provável que consigam profitar. Na sequência, vem a colega de trabalho, mas agora a chance de profitar cai para quase zero, porque no trabalho só quem come depósito é o chefe.

Relato[editar]

>/1999/

>17 anos, BV, animufag e RPGfag;

>vou a uma festa de aniversário de uma professora da minha escola;

>muitos alunos também vão. Todo mundo gostava dessa professora;

>uma de minhas colegas 7/10 e que conversava comigo durante as aulas e no recreio começa a se insinuar pra mim na festa;

>beta que sou, não percebo as investidas dela;

>lá pelas 22:30, resolvo ir embora;

>essa colega, diz: "Anon, antes de você ir embora, poderia me acompanhar até a minha casa? Eu moro aqui perto."

>concordei. Sou um pouco Whiteknight;

>fomos conversando normalmente até chegar na casa dela (realmente era perto). Ela me convida a entrar e tomar um cappuccino;

>eu aceito. Nós tomamos o cappuccino e ficamos conversando sozinhos até às 23:50;

>nesse momento, percebi que ela queria alguma coisa comigo. Mas a minha betisse não permitiu que eu tomasse a iniciativa;

>minha mãe me liga no celular e diz que vai me buscar;

>essa colega nunca falou comigo nas aulas ou no recreio nada além do estritamente necessário;

>essa colega começou a pitanguear um descolado de outra sala.

Ainda não acabou, ir/b/ãos!

>/2009/

>27 anos, formado, ex-virgem, ainda animufag e RPGfag;

>em um congresso profissional, reencontro ao acaso essa ex-colega. Agora ela já é uma 8/10;

>durante o coffee-break e o almoço ela se senta do meu lado e quer colocar a conversa em dia.

>Conversamos sobre o que aconteceu nos últimos 10 anos e ela começa a passar a mão na minha coxa e dizer: "Anon, agora nós somos colegas de profissão. Pegue o meu telefone e me ligue. Vamos marcar uma reunião para conversarmos mais."

>liguei, mas ela não podia atender porque a tia havia falecido e eu fiquei sem jeito de ligar novamente;

>até hoje penso o que poderia ter acontecido.

Ver também[editar]