Mulher

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Dois dias da mulher são os mais deliciosos para o homem: o dia em que ele se casa com ela, e o dia que ele a enterra

—Hiponax, escritor grego do século VI a.C.[1]

Não se iluda dando flores, bombons e fazendo agradinhos. Mulher é depósito de porra e não de esperança

—Anônimo

Mulheres são conhecidas por serem animais que sangram todo mês mas nunca morrem por isto.

Depósito de porra (mulher, para os newfags) não é nada mais nada menos que um depósito de porra, onde os homens depositam sua porra lá e depois guardam ou, em alguns casos, jogam fora. Mulheres não passam de pedaços de carne em volta da vagina que não descobrem nem inventam coisas e são inferiores. É provado cientificamente que as depósitos tem cérebros menores que o do homem[2] e que elas devem e querem ser tratadas como objetos (e isso nos lembra da pornografia).

Mulher na televisão

Antigamente quando não tinha censura era assim que eram as aberturas das novelas, ou seja, novela não era só um programa para depósito de porra e viado, era um programa para macho assistir.

O único papel das depósitos de porra na televisão é aparecerem com decotes e saias curtas e, às vezes, nuas, mas raramente passam do grau de nudez 6.

Apesar desse papel parecer totalmente fútil, é um papel muito importante, pois a presença de mulheres peladas aumenta consideravelmente a quantidade de punheteiros que irão assistir.

Infelizmente, a censura geralmente não dá muita liberdade para a televisão de explorar a nudez das depósitos.

Estereótipos

Assim como todas as pessoas que são diferentes, as mulheres são alvos de estereótipos (que normalmente são verdade), vejamos alguns:

Mulheres amam dinheiro

Quem não ama? Surgiu quando mulheres casadas perceberam que o homem dá mais valor a elas do que ela a eles. E então elas casavam com caras ricos ou de classe média para ficar com o dinheiro deles, e assim gastar o dinheiro em cosméticos, roupas, revistas de moda/novelas e outras coisas caras que as mulheres não tem coragem de comprar com seu próprio dinheiro. Ou seja, é algo como uma prostituta particular. Umas chegam ao ponto de terem filhos com estes homens, e então se divorciam e têm direito a pensão mensal que deveria ser gasta com o filho, coisa que não acontece nunca.

Mulheres falam

Estereótipo que diz que as mulheres deveriam abrir a boca apenas para pagar um boquete. Desde que foi inventada a fala, as mulheres falam merda o tempo inteiro, e depois ficam bravas porque os homens não escutam. Normalmente, é uma tortura ouvir as mulheres falarem, porque além de falarem merda (e ás vezes perguntar se você está prestando atenção), elas tem uma voz fina ear rape. Já o homem não fala muito porque na adolescência a sua voz muda e durante este processo, quando ele tenta falar algo, além de ficar horrível de ouvir, eles quase vomitam ao falar.

Loira burra

Um estereótipo inventado por mulheres feias que tem inveja das loiras gostosas. O estereótipo também se aplica a loiras que não são naturais, implicando que tingir seus cabelos afetou alguns neurônios delas.

Tipos de depósitos

Tipos de depósitos.png

Copicolas

Os trechos abaixos foram colhidos em chans BR, mas a gente se esqueceu de guardar o nome do chan e a data

Copicola 1

Copicola:Depósito/1

A mulher é o ser mais putrefato, ignorante, desprezível e amaldiçoado que já caminhou na face da Terra. Sua falta de lógica, aliada aos seus malfadados instintos fazem uma combinação que gera um ser egoísta, libertino, que busca a atenção de todos indivíduos ao seu redor e sentem prazer ao destruir qualquer coisa que um ser humano já construiu. Como uma succubus, elas nascem no seio de um ser tão malcriado quanto elas próprias, e suas progenitoras tem a total atenção em discorrer sobre as aplicações mais malévolas possíveis de suas características psicológicas e atributos físicos que transpassam carnalidade para quem as olhas. E sendo assim, constroem o seu caminho da vida sobre o corpo e os sentimentos de indivíduos alheios que, caindo na inescrupulosa arapuca sentimental, são totalmente estraçalhados e triturados, fazendo com que suas tripas e líquidos internos se tornem uma massa pastosa que alimenta e cresce o corpo vil e narcisista as parasitas infernais.

Desde Eva no Jardim de Éden, passando pela mulher de Ló, e chegando no século XXI, tivemos várias mudanças quanto ao tratamento a esse ser tão mundano e impuro. Logicamente que, em tempos passados, o perpetrar das atitudes pecaminosas de tais seres desprezíveis eram repreendidas pelas pessoas de bem, que se prezavam pela construção de sua sociedade. Porém, com o passar das décadas, as mulheres foram de pouco em pouco introduzindo a ideia da libertinagem na mente dos homens. De geração em geração, elas foram proliferando mais as teorias de que "as pessoas precisavam se soltar", usando isso apenas como desculpa para desenvolverem seus planos infernais de destruir a raça humana, utilizando seus instintos mais primitivos (e que foram guardados desde então). E mesmo apanhando, mesmo sendo punidas, as mulheres iam utilizando sua prole para desvirtuar o mundo, para trucidar com qualquer tentativa de barra-las, para pisar em cima da cabeça de inocentes juvenis que não viram o passado negro de cada umas, não leram na mente delas os pensamentos hedonistas e que ia contra qualquer moral já feita entre a união de civis, e não ouviram o riso malévolo que estampava no rosto de cada conspiradora que já fora gerada pelos seus úteros genocidas.

E aqui chegamos, senhores. Chegamos na era aonde as mulheres finalmente soltaram as suas asas e começaram a escravizar a raça humana, a utilizar nosso sangue para lubrificar as máquinas de ódio e desprezo para com as pessoas de bem, a utilizar nossa carne para continuar a alimentar as ideias de dominação pelo maldito prazer sentimental, e a utilizar as nossas almas para servirem como combustível e incentivo aos batalhões feministas e esquerdistas que se utilizaram da ignorância do homem moderno como forma de escafederem com o nosso planeta. Se fosse possível, deveríamos pegar cada moça, esposa, namorada, solteira, lésbica, bissexual e promíscua que já existiu; amarrar todas em cima de um monte; jogar ácido por entre as suas vísceras; queimar o corpo de cada uma com vela e enxofre; introduzir madeira, ferro quente, bronze e aço por todos os orifícios do seu corpo; quebrar cada osso de sua existência e mutilar cada carne de sua forma terrestre; e depois triturar todas elas, formando uma pasta escrota e tosca, que queimaríamos eternamente essas sobras, como uma forma de diminuir os estragos que elas fizeram enquanto existiam e manipulavam a vida no planeta, e depois pegaríamos os restos da sobra de tudo isso, e jogaríamos no núcleo terrestre, para impedir que alguém se lembre de pelo menos um milésimo do pavor que elas geraram em nossas mentes, e evitar que um dia alguém traga pelo menos um milionésimo do horror e caos que poderia gerar em nosso mundo apenas pela ideia de que pelo menos UMA mulher poderia voltar a pisar na crosta de nosso planeta.

Copicola 2 (TL;DR)

Copicola:Depósito/2

As mulheres são responsáveis por boa parte dos problemas da atual humanidade. É, é fato, e olha que eu nem sou misógino. O “sexo frágil” já teve sua utilidade e garantiu benefícios durante a evolução da espécie, mas na atual conjuntura, ele é o peso morto que impede a evolução da nossa espécie – ou, pior que um peso morto, uma força que age direta e ativamente contra a ascensão humana. É evidente que para toda regra existe sua exceção, mas eu trato aqui com a média (por mais tristemente medíocre que ela seja), não com casos excepcionais. Parece sensato e lógico confiar mais no que acontece mais vezes, ainda mais quando exceções reais são extremamente raras.

São um peso morto por conta da sua inferioridade. Sei que inferioridade é uma palavra complicada, e que eufemismos fazem com que todos nós nos sintamos melhores, mas eu estou tentando ser realista. Confirmações da superioridade masculina:

1-) Homens são mais fortes que mulheres (Miller, AE; MacDougall, JD; Tarnopolsky, MA; Sale, DG (1993). "Gender differences in strength and muscle fiber characteristics". European journal of applied physiology and occupational physiology 66 (3): 254–62. ), apresentando uma média de o dobro de força na parte superior do corpo 60% a mais de força na parte inferior. Pode ser argumentado que força não é uma característica importante na nossa sociedade moderna, mas essa seria uma argumentação falaciosa. Várias funções possuem força como fator mais importante; você pagaria (o mesmo que pagaria para um homem) uma mulher para construir sua casa, sabendo que ela faz menos da metade do serviço de um homem? Quando fosse fazer a mudança, iria preferir carregadores ou carregadoras para empacotar e carregar suas coisas, sabendo que as segundas iriam demorar mais que o dobro, e aumentar ainda mais seu stress diante de uma casa nova e mudança? Se por azar sua casa nova pegasse fogo, e bombeiros fossem acionados para tentar salvar sua família presa lá dentro, você ficaria feliz vendo bombeiras, mais lentas e com menos capacidade de remover escombros do caminho? Seriamente, você confiaria a sua vida e a dos seus familiares para alguém menos capacitado de proteger ela? Se sua vida é importante, e força é necessária para preservar ela, não faz sentido defender a futilidade da força no século XXI.

2-) Homens são mais resistentes que mulheres. Mesmo as mulheres possuindo um sistema imunológico superior (McGill University Health Centre. "Women Have A More Powerful Immune System Than Men, Study Shows." ScienceDaily, 12 May 2009. Web. 14 Oct. 2012, http://www.sciencedaily.com/releases/2009/05/090511180740.htm ) , e tendo vidas mais longas, suas taxas de mortalidade infantil são constantemente maiores (Vallin, Jacques, Institut National d’Études Démografiques, Mortalidade, Sexo e Gênero http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/outraspub/Demographicas2/demographicas2artigo1_15a54.pdf ) . O corpo masculino, tanto pelos ossos quanto pelos músculos, resiste melhor à lesões diversas e não sofre de problemas diversos durante o envelhecimento, como osteoporose e outros. Um homem de 70 anos, se cuidou bem da sua saúde, ainda poderá ter filhos, carregar suas compras do mercado e manter sua casa em ordem, enfim, manter sua independência. Poucas serão as mulheres com 70 anos capazes de realizar tais proezas (principalmente a primeira). Esteticamente, um homem também irá se manter atraente por muito mais tempo, da mesma forma que ele será produtivo por um período maior, não tendo que lidar com infecções urinárias, partos e outros problemas que assombram apenas as fêmeas. Mulheres possuem mais receptores de dor por cm na pele que homens, menos resistência ao frio por ter menos pelos e pele mais fina.

3-) Homens são mais inteligentes que mulheres. O cérebro masculino é entre 10-15% maior que o feminino (^ Kimura, Doreen (1999). Sex and Cognition. Cambridge, MA: MIT Press. ISBN 978-0-262-11236-9) , possuem um QI superior e são mais comuns nas chamadas “sociedades de alto QI” (Rodrigo de la Jara, Sex Differences in IQ: Conventional wisdom overturned http://www.iqcomparisonsite.com/SexDifferences.aspx ). A superioridade intelectual masculina pode também ser comprovada por milênios de soberania masculina nas artes, ciências e na política.

4-) Homens são melhores pais. É complicado estabelecer isso como fato, já que a maior parte dos estudos sobre o assunto levam em conta a opinião das pessoas e não fatos (e esses mesmos estudos apontam homens como melhores pais). Eu deixo claro então que defendo aqui a minha opinião apenas, e que isso pode ser ignorado sem anular o que eu já disse ou que vou dizer. Pais são superiores que mães tanto por motivos biológicos quanto por motivos sociais. Biologicamente, como já foi citado, um homem é mais forte, resistente e inteligente que uma mulher; podendo melhor educar e proteger sua cria. Socialmente, a figura paterna é vista como dona de maior rigor, impondo mais respeito, o que facilita a tarefa de educar um filho de forma decente – é só observar como as antigas ameaças vinda de mães que “contarão tudo para o seu pai quando ele chegar” são muito mais frequentes (e eficiente) do que um pai indo contar coisas para as mãe da criança. Outro fator biológico que torna os pais melhores é eles não terem a predisposição genética que as mães terem de viver por e para os filhos, o dito “amor de mãe”, que mais é um veneno do que uma benção para a criança. Não estou dizendo que um pai não possa amar seu filho, apenas que ele está menos sujeito a se tornar um refém do pirralho, conseguindo manter sua razão e lucidez mais vezes e agindo de forma adequada. A mãe, que forneceu os seios por tantos meses para cria, terá uma presença menos forte que o pai, macho, maior, mais forte e mais intimidador; que não vive apenas para o seu filho mas também para si, podendo dessa forma tomar decisões melhores, e que conseguirá lapidar com mais facilidade sua cria em um adulto digno.

Tendo deixado claro quais são os pontos fortes masculinos, seria desleal eu não falar da força das mulheres (além da óbvia, que é a capacidade de gerir crias). Bem, o farei, ainda mais por não tomar muito do meu tempo. Mulheres são melhores contorcionistas (inegavelmente superiores aos homens nisso), fornicadoras, atrizes e cantoras - não que sejam superiores aos atores ou cantores, mas atrizes são melhores que atores ao representar papéis femininos ( e eu incluo aqui os gêneros pornográficos) e cantoras possuem um timbre que lhes dá vantagem sobre os cantores em certas melodias. Mulheres também são melhores ao manipular outros quando se valem da sua “fragilidade” e do sexo – habilidades que eu não pretendo denigrir aqui, mas que pouco ajudam a sociedade e a espécie como um todo.

Ora, se as mulheres fossem mais inteligentes, melhores líderes, ou qualquer coisa do tipo, sua capacidade de manipulação seria extremamente benéfica para todos, nos presenteando com uma administração e liderança superiores. Mas, infelizmente, contorcionistas, fornicadoras, atrizes e cantoras não são o que nós precisamos nesse exato momento, e se fossem, a vantagem manipulatória feminina também não seria bem vinda, já que muitas vezes acabamos por aceitar e gostar dessas pessoas mais por curvas e simetria do que por talento. Longe de mim tirar o mérito desses ofícios, ou pleitear a extinção dos mesmos, mas se isso é tudo que o gênero feminino pode nos oferecer, é inegável a necessidade de as colocar em um papel secundário na nossa sociedade, ainda mais quando o seu maior talento só ajuda à elas próprias (e somente à curto prazo, vejam bem, sua inferioridade intelectual não permite que elas criem vantagens duradoras, e como é sabido que a sua capacidade de manipulação some com a idade, junto com a sua “beleza”, elas acabam por dar tiros nos seus próprios pés) às custas de toda a sociedade.

Em tempos passados, com outros meios de produção, com outras populações, talvez as mulheres tenham ocupado funções importantes, mas agora, mais de seis décadas depois do homem ter partido o átomo, como defender a manutenção do atual status e liberdades dessas parasitas? Sim, eu digo parasitas, pois, por mais que tenha citado seus pontos fortes, não entrei em detalhes sobre todos problemas que as mulheres causam à espécie atualmente, coisa que farei agora. Hoje, temos algo em torno de três bilhões e quinhentos milhões de mulheres no nosso planeta, ocupando espaços e funções variadas que não merecem, simplesmente por terem ludibriado algum tolo para chegar lá (lembrando que sempre falo de generalidades, estou certo que um porcentagem pequena de mulheres merece a posição que ocupa).

E quando falo de ludibriar, não falo simplesmente de uma empregada que proporciona uma cavidade quente para o seu chefe no final do trabalho. As manipulações, o veneno feminino, começam desde antes, de formas diversas.

Pensem num menino típico da classe média brasileira. Ele possui 20% de chances (IBGE) de ser criado por uma mãe solteira, que irá reduzir suas chances de felicidade e sucesso de várias maneiras, não apenas pelo seu pai ter sido uma melhor opção, mas pela atitude patética que ele terá grandes chances de adotar perante mulheres. Imaginem ele ter mais mulheres do que homens como figuras de autoridade, deturpando sua mente, instruindo ele a “defender” mulheres (em outras palavras, sacrificar parte do seu sucesso,energia,tempo,felicidade,etc..; em nomes delas). Em casa, ele não vai ter alguém forte o suficiente para pressionar ele da forma devida, tendo grandes chances de acabar como uma criança de vontade fraca, mimada. O pirralho então chega na adolescência, a puberdade lhe atinge, e agora ele vai correr atrás de menininhas. Se ele for bem sucedido (vamos chamar ele de caso A), irá correr atrás de cada vez mais garotas, deixando sua formação em segundo plano. Enquanto isso, as meninas que saem com ele precisam gastar muito menos energia para satisfazer seus desejos sexuais, tendo mais tempo e energia para se dedicar à sua formação (sem falar que o seu acesso aos ambientes de confraternização como festas, baladas, matinês e outros é facilitado pelo seu gênero). Se ele for mal sucedido (o chamaremos de caso B), terá as típicas mágoas adolescentes, pode desenvolver uma autoestima baixa que irá lhe prejudicar durante toda sua vida, e desenvolverá todos problemas ligados com a falta de sexo durante a adolescência.

A provavelmente terá dificuldades ao entrar no vestibular, para B talvez seja mais fácil, as mulheres (e concorrentes) de A terão sido bem menos afetadas que o mesmo. Uma vez dentro da universidade, A manterá sua performance medíocre por um bom tempo, correndo atrás de sexo (que ficará cada mais complicado durante sua vida, já que as exigências das suas parceiras crescem, enquanto que tudo que ele espera delas é uma estética agradável); B entrará em um ponto crucial onde aceitará abandonar mulheres de vez (acabando assim frustrado e traumatizado como humano) ou conseguirá alguma mulher, com a qual irá tentar recuperar o tempo perdido, às custas do seu futuro. Enquanto isso, as concorrentes de A e B continuarão com benefícios diversos, podendo ter seus desejos sexuais satisfeitos de forma muito mais fácil, tendo mais tempo para si e facilidades variadas. Uma vez dentro do mercado de trabalho, A e B competirão com pessoas que tiveram mais tempo que eles para aprimorar-se, e com mulheres que trocarão sexo por vantagens variadas. Mesmo com um potencial maior, é possível que A e B percam para sua concorrência ou acabam menos felizes que elas, mesmo trabalhando mais, mesmo tendo um potencial maior. As concorrentes deles, inevitavelmente, darão para a sociedade um retorno menor do que o que eles poderiam ter dado, caso os mesmos tivessem tido melhores condições na sua formação – ou seja , uma criação sem a presença corruptora e venenosa das mulheres.

Por que aceitar que seres inferiores sejam tratados da mesma forma? Por que permitir que a mediocridade domine nossas vidas, deixar que nossos instintos animais vençam a lógica? Alguma noção tola de bondade, talvez? Mas que bondade é essa, que prejudica quem pratica a bondade e quem é alvo dela? Quando a sociedade sofre, todos nela sofrem. Se as mulheres só podem ser boas parideiras, concubinas, contorcionistas, atrizes e cantoras; será que não há um modelo superior onde elas possam oferecer o seu melhor? Eu digo que sim. Eu digo que já é passada a hora de domesticarmos as mulheres.

Primeiro, tirando elas de todas funções, tirando as mencionadas. Sei que pode parecer absurdo para alguns, mas eu sou um defensor fervoroso da meritocracia, e creio que temos homens suficientes para preencher as lacunas que surgiriam – e as executar de uma melhor forma. Abusos sexuais e variados iriam sumir do ambiente de trabalho, e a competitividade natural do homem rapidamente deixaria as coisas de volta nos eixos. Sem mais professoras e diretoras com seus preferidos e corações moles, sem mais professores distraídos por seios e tomando escolhidas, uma educação séria, com favoritos eleitos por mérito, uma desigualdade a menos entre os estudantes – estudantes sem mães em casa para os tornar moles e frouxos, mas sim pais para lhes dar uma criação de verdade.

Estudantes esses, aliás, que não iriam mais perder mais tempo que o necessário atrás de uma boa trepada. Defendo que todas mulheres, depois de afastadas, fossem treinadas, reeducadas, para melhor realizar suas aptidões naturais – em poucas décadas, todas mulheres seriam mestras de ioga, cantoras experientes, atrizes hábeis e concubinas experientes. Sem mais falsos moralismos e restrições prejudiciais, meninas na puberdade seriam sorteadas entre rapazes de idade semelhante, para a realização e satisfação fisiológica de ambos. Adultos poderiam comprar bilhetes para ter acesso à uma concubina aleatória. Defendo o sorteio para que não seja extinta a competição por algo tão frívolo quanto uma vagina, para que nossa sociedade moderna possa direcionar sua competitividade para atividades mais proveitosas. Sei que alguns verão isso como pura escravidão, mas essa é apenas uma barreira religiosa/moral, estou certo que com reeducação da sociedade, tabus seriam quebrados, e tanto as mulheres quanto os homens seriam extremamente felizes.

Alguns podem ver com maus olhos o apartheid que proponho, mas digo que mulheres deveriam morar e ser criadas em ambientes próprios para mulheres, com a supervisão de alguns homens capacitados. Lá elas poderiam ser instruídas sem distrações, e poderiam ser felizes engajadas nas frivolidades femininas que tanto gostam. Aliás, o próprio consumismo seria redefinido, sem a necessidade de impressionar mulheres, e sem tetas e bocetas nos comerciais, homens seriam mais lógicos nas suas aquisições, contribuindo para o planeta. Médicos capacitados garantiriam que as mesmas consumiriam adequadamente seus anticoncepcionais, finalmente controlando e extinguindo a praga da superpopulação. Os mesmos médicos poderiam testar e classificar as mulheres de formas diversas, garantindo que quando um homem quisesse um filho, ele poderia escolher uma mãe com bons genes, garantindo assim gerações cada vez melhores – com os filhos indo para a casa dos pais, para serem educados por eles, e as filhas indo parar nas comunas femininas para ser educada como mulher.

A domesticação feminina seria uma panaceia, resolvendo ou aliviando quase todos os problemas da humanidade moderna. Com o controle populacional, em duas ou três décadas teríamos extinto a miséria. Sem mulheres instigando o consumo, e com uma população mais lógica, certamente teríamos um impacto ambiental reduzido no planeta. As crianças seriam mais amadas, tanto quanto crianças quanto como adolescentes, gerando melhores adultos. Logicamente, mulheres não votariam, assim teríamos melhores políticos, sem falar no trânsito superior. Todas as áreas do conhecimento e da produção seriam expandidas vertiginosamente, com os homens livres para atingir o máximo do seu potencial – sem falar nas maravilhas que seriam possíveis tanto na música quanto nas artes dramáticas. Homens teriam mais amigos, mais tempo para si e as mulheres seriam bem cuidadas, livres para realizar seu sonho feminino: serem crianças para sempre, lideradas por machos de pulso forte, sem ter que se dar o trabalho de pensar e tomar decisões, protegidas e lideradas por todos os seus dias.

Galeria

Ver também

Referências

Ligações externas


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