Full Frontal

De Wikinet
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Uma japinha que está quase fazendo Full Frontal, mas discretamente cobre a buceta com a coxa.

Full Frontal, em português nu frontal, nos sites de putaria, nas revistas de moda e nos sites de fofocas se refere a fotos ou filmes onde a mulher aparece completamente nua, de frente, mostrando a buceta, mas sem abrir a buceta e mostrar os lábios. Uma modelo, que não é uma Fashion Model, e cuja exposição máxima é o Full Frontal, se chama Centerfold.

Full Frontal é uma merda.

Um SuicideGirl fazendo Full Frontal, com buceta cabeluda.

Mas antes de estudar o impacto socio-político do Full Frontal, é importante delimitar, para efeitos didáticos, o que é Full Frontal. Obviamente, pela descrição, teoricamente, Full Frontal também pode se referir a ensaios homoeróticos onde quem aparece nu não é uma depósito, mas um pirocudo. Só que a tradição consagrou a expressão Full Frontal para mulher pelada, então foda-se, quem quiser falar de homem pelado que invente outro termo.

Full Frontal não são ensaios onde a depósito tenta encobrir parcialmente a buceta, ou seja, quando ela fecha as pernas e se curva para a frente, quando ela fica meio de lado colocando a coxa na frente da buceta, ou quando ela usa as mãos ou algum objeto para se cobrir. No outro extremo, Full Frontal também não são ensaios onde a depósito abre as pernas, ou quando ela usa as mãos para abrir a buceta, estes ensaios são ensaios de Labia.

Uma aluna do colégio St Mackenzie's fazendo Full Frontal, com buceta raspada.

Ou seja, pela galeria ao lado, a primeira imagem não é Full Frontal (é Tits), a segunda e terceira são (respectivamente, com buceta peluda e buceta raspada) e a quarta é Labia.

Full Frontal começou a se popularizar com a Revista Playboy que, nos seus primórdios, só tinha teasing, depois passou para Tits, mas que, pelo conservadorismo dos seus donos, nunca evoluiu (com raras exceções) para Labia. Como, no início, a única foto em que aparecia buceta se localizava na página central da revista, as modelos passaram a se chamar Centerfolds. Curiosamente, em vários países, a edição local da Revista Playboy ainda não evoluiu de Tits para Full Frontal. E não são apenas países de merda, como Argentina e Venezuela, tem também países consagrados como celeiros de pornstars onde a Playboy não mostra buceta, como a Hungria ou Ucrânia.

E é precisamente esta banalização que faz Full Frontal ser uma merda. Não que não seja legal ver uma mulher gostosa nua, muito pelo contrário. Aliás, na época que a Playboy Brasil vendia mais de 8000 mais de um milhão de exemplares, lá pelos anos 1990, o que gerava este grande consumo era, além de não haver ainda Internet popular no Brasil, o fato deles pegarem uma depósito famosa que havia aparecido no Carnaval Carioca mostrando os peitos e que aparecia na televisão pagando peitinho e passar meses dizendo que ela estava negociando com a Playboy, que ela não queria fazer trabalhos vulgares, que ela queria fazer trabalhos artísticos, e um monte de outras merdas que ninguém se importa, só para chegar no final e dizer que ela aceitou mostrar a buceta, mas apenas porque a grana era boa (ou porque era um desafio, ou qualquer outra merda).

O problema era o Day After.

Uma lésbica checa que superou a fase do Full Frontal e está em Labia.

Porque, depois de mostrar a buceta, o que mais a depósito podia fazer? Começa que o ensaio da Playboy quase sempre era totalmente assexuado, ou seja, a depósito aparecia mostrando a buceta como se fosse uma coisa Candid, ela estava nua mas era como se não estivesse. Então, se a depósito queria fazer um segundo ensaio, não haveria absolutamente nenhum interesse, porque o que poderia haver de novidade?

Infelizmente, muitas destas depósitos fizeram a grande merda de fazer ensaios "antes do silicone" e "depois do silicone", como se o Brasil não quisesse mais ver mulheres gostosas mas apenas putas siliconadas.

O que seria natural, depois de um ensaio Full Frontal, seria fazer algum upgrade, e os dois mais naturais seriam:

  1. Labia
  2. Ensaio lésbico

Só que Labia ainda é tabu para a Playboy, e parece que os caras são meio viados e não gostam de ensaios lésbicos (o que mostra a burrice deles, basta dar uma passada pelas edições estrangeiras da Playboy para ver que, o que mais tem, são os ensaios lésbicos de brasileiras).

Então acaba que uma depósito que se limita a fazer Full Frontal tem uma carreira curtíssima, faz um ou dois ensaios e depois some.


Full Frontal faz parte da grande série temática da Wikinet sobre putaria
(ver)