Lésbica

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Forma de cumprimento muito utilizada na ilha.

Lésbica é uma mulher que nasceu na ilha de Lesbos. Como a mais famosa natural desta ilha era a poetisa Safo, e ela era atraída por outras mulheres, os ingleses do século XIX passaram a chamar qualquer mulher que gosta de mulher de lésbica.[1] Os habitantes da ilha de Lesbos, porém, odeiam esta associação e tentaram, em vão, que a palavra lesbian fosse usada exclusivamente para uma pessoa natural da ilha, e não para uma mulher homossexual.[2]

Safo pegando sua aluna.

Nos Estados Unidos, entre 8 a 20% das mulheres já confessaram ter transado com outras mulheres, e por volta de 4% se declaram lésbicas.[1] Grande parte das americanas que se declaram lésbicas são, na verdade, vadias bissexuais, e tem em média 4.5 vezes mais caras as comendo do que as mulheres que se declaram heterossexuais, o que faz com que tenham muito mais doenças sexualmente transmissíveis. [3] Lésbicas não tem auto-estima, e não tem valores estéticos. Quase toda lésbica é gorda e feia[1] e a proporção de lésbicas que se drogam com metanfetamina é dez vezes maior do que na população normal.[4]

O lesbianismo, como uma forma de homossexualismo, é uma doença, cujas origens não são totalmente compreendidas. O doente deve receber tratamento, e ser tratado com o devido respeito, dignidade e delicadeza.[5] Dentre as causas possíveis para esta condição patológica estão a má educação, a falta de um desenvolvimento sexual normal, e hábito causado pelo mau exemplo, e nestes casos considera-se que o homossexualismo é transitório e pode ser curado. Uma segunda categoria, das pessoas que parecem nascer com a doença, foi durante muito tempo julgada como incurável.[6]

A sapatão que Freud não conseguiu curar. Devia ter tentado o estupro corretivo.

Vários métodos de cura foram testados, ao longo da história. Sigmund Freud teve uma paciente lésbica, chamada pelo pseudônimo Sidonie Csillar, que ele tentou curar através da psicanálise. Ele não conseguiu, e este foi um dos maiores fracassos de sua carreira.[7] Esta é mais uma evidência de que a psicanálise de Freud é uma pseudociência.[8] No Brasil, chegou-se a vislumbrar a possibilidade desta doença poder ser curada através de um programa governamental, [9] porém os grupos organizados de associações gays barraram a proposta do deputado Marco Feliciano. Atualmente, os únicos lugares do mundo onde é possível curar o lesbianismo são Tailândia, Zimbábue, Equador e África do Sul.[10] A cura do lesbianismo se dá através do estupro corretivo.[11] Uma das técnicas mais eficazes é estuprar a lésbica várias vezes, vários dias seguidos, até que ela engravide e se apaixone pelo estuprador.[10]

Em contraste com estes países civilizados onde lésbicas são tratadas como doentes e podem ser curadas através do estupro corretivo, no atrasado Irã considera-se que o lesbianismo é um pecado contra Alá, e as lésbicas são condenadas à morte. [12]

Referências


Ver também[editar]