Música

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Não é bem assim...

Música é uma sequência de barulhos que juntos compõe um ritmo organizado ao longo do tempo. Normalmente se ouve isso em comerciais da televisão, em programas de talentos em que pessoas comuns tentam realizar o sonho de se trabalhar com música e em programas de auditório onde cantores overrated costumam se apresentar. Também se ouve música bastante na rádio, com intervalos de um locutor chato que só serve para fazer propaganda de outros produtos e fala o nome da música por cima da mesma (que serve como watermark que a música foi tocada na rádio), isso porque as rádios não têm dinheiro o bastante para comprar direitos autorais de músicas o suficiente para deixar tocando 24/7.

A música também está presentes em outros veículos além da mídia velha, como a Internet, em vários sites de pirataria de música, e outros sites que distribuem música legalmente mas o consumidor típico não sabe a diferença entre os sites e costuma cometer o crime da compra e distribuição ilegal de música com bastante frequência (isso é mais grave que pedofilia).

Muitas pessoas levam isso a sério demais, outros dizem que música é arte, manifestação cultural, e todas essas bobagens das quais ninguém se importa, pois as pessoas só querem ouvir a última música de merda que popularizou. Muitos também usam a música como uma identidade própria, e se separam em grupos dependendo do estilo musical que eles gostam, sendo comum nesse meio os hipsters, os EMOs, as garotinhas que gostam de boy bands, os normalfags que gostam de sertanojo e o grupo mais largo de todos: os funkeiros, que curtem uma das mais atrocidades já feitas com a música: o funk.

Isso porque, no Brasil, poucas pessoas gostam da música pelo o que ela realmente é, eles só querem dançar para esquecer da vida de merda que têm nesse país. Por isso, sertanojo, funk e música eletrônica que seriam insuportáveis se ouvidas isoladamente, são muito populares no país. Muito comum algum idiota aparecer com um carro cheio de caixas de som e tocar alguma dessas porcarias para chamar a atenção, mas se ele colocasse uma música de QUALIDADE, seria vaiado. Os únicos que gostam de músicas diferentes dessas são os pseudo-músicos de faculdade que tocam violão, e por causa disso, só obrigados a ouvir algo que não seja funk ou sertanojo, geralmente Renato Russo ou falhas tentativas de imitar algum artista americano.

No Brasil[editar]

Esta seção se dedicará a contar a história da música no Brasil, pois é preciso fazer muita análise para descobrir O QUE É QUE DEU TÃO ERRADO.

Chorin[editar]

Joaquim Callado, o chefão do choro BR que morreu aos 31 anos deixando quatro filhos para sua mulher criar, conseguiu ser pior que Tim Maia nesse sentido... É, BR é BR[1]

O choro brasileiro, que nada tem a ver com o Chorão ou o XORA MAIS, é um estilo musical instrumental[2] que surgiu no Rio de Janeiro em meados do século XIX. Ou seja, faz tempo pra caralho e ninguém dá uma foda. Mas vale a pena mencionar porque, se você ouvir as antigas músicas do chorinho BR, perceberá que há uma ideia de cultura por trás delas. De fato, o choro era um gênero musical tipicamente brasileiro, que fazia um reflexo da sociedade e população da época,[3] se originando a partir do lundu, ritmo de inspiração africana (e todo mundo sabe que aqui todo mundo é preto)[4]. Os instrumentos do choro BR incluíam violão, cavaquinho e até flauta, diferente de hoje em dia que um sample de Fruits Loop já basta.

Apesar do nome, o choro não tem nada ver com BAWWWWW, de fato, são músicas bem alegres, que lembram desenhos animados. O criador do choro foi o ilustre Joaquim Antônio da Silva Callado, o que faz sentido, afinal, ele era calado mesmo, pois criou um gênero em que não se canta. Suas composições mais famosas incluem "Como é bom" e "Ai, que gozos", mostrando que é tourobosta o estilo ser chamado de choro pois servia apenas para relaxar. Exemplo de composições do based Joaquim:

Samba[editar]

Cartola foi um dos grandes nomes do samba.

Na virada do século, foi criado o samba, derivando-se do chorinho, citado acima. Em pouco tempo de existência, foi rapidamente associado ao brasileiro. Ou seja, se você perguntar pra um americano comum o que ele gosta do Brasil, ele vai dizer que do futebol e do samba. Pra eles, o brasileiro todo dia joga uma pelada e escuta Jorge Aragão no rádio. Alguns musicólogos dizem que esse estilo é grande parte baseado em elementos africanos e até europeus (confirmando a máxima de que brasileiro não cria, só copia), enquanto outros dizem ser um ritmo essencialmente brasileiro.

O primeiro samba gravado foi "Pelo Telefone", em 1916 (sim, já existia telefone nessa época). Por muito tempo, esse estilo musical foi marginalizado, ligado à malandragem, entre outras coisas ruins. Porém, em um movimento começado pelo ilustre compositor Noel Rosa (aquele feio sem queixo), o samba foi virando algo intelectual, sacam? Tanto que hoje em dia, se difere o samba popular (muito também ligado ao pagode), de nomes como Neguinho da Beija-Flor, Exaltasamba, entre outros, do samba intelectual, de artistas como Chico Buarque e João Gilberto.

Bossa nova[editar]

Mesmo cantando mal pra cacete, João Gilberto foi um dos maiores nomes da bossa nova

Talvez o movimento que é mais lembrado atualmente e que foi um marco para a música BR BR. Três grandes nomes são creditados pelo lançamento da bossa nova: João Gilberto, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O que aconteceu foi o seguinte: Tom Jobim já estava trabalhando em um gênero que teria como foco um samba misturado com jazz cujas letras falariam de temáticas leves, simples, íntimas, etc., e não tentariam fazer críticas sociais fodas, seria apenas uma celebração dos pequenos prazeres da vida. Só que daí, em 1958, quando o violinista baiano João Gilberto lança um compacto simples, contendo canções que ficariam para sempre lembradas como clássicas da bossa nova (como Chega de Saudade, que teve participação do próprio Tom e do Vinicius), Tom Jobim pensou "fodeu", pois queria ter sido o responsável oficial pelo impulsionamento do gênero, mas teve de dividir o nome com Gilberto e Vinicius.

As músicas de bossa nova, como já foi dito, eram mistos de samba com jazz com temáticas leves. Utilizava uma maneira diferente de cantar, uma espécie de canto falado, o que significa que qualquer um poderia cantar, pois não requeria que o cantor fosse capaz de atingir notas específicas. Como dito, era um estilo bem descompromissado, com foco puramente na skill de tocar instrumentos e de compor músicas.

O gênero durou pouco e morreu cinco anos depois, isso porque precedeu os anos 60, que foi o ano da loucura, mulheres, drogas, rock and roll, hippies e também a década em que se instaurou a ditadura militar, e a partir daí, os artistas eram majoritariamente esquerdistas que só pensavam em fazer artes com críticas sociais fodas para derrubar o governo militar ditador filho da puta - e não adiantou, pois 20 anos depois, foram os próprios militares bonzinhos que entregaram o poder de volta ao povo com uma democracia falhada em que se escolhe qual é o melhor bandido.

Só que a bossa nova teve um dos legados mais fortes da música BR BR. O engraçado é que esse é um estilo BR mas que quem menos ouve é o brasileiro, pois é muito popular entre os gringos, tanto que influenciou diversos artistas estrangeiros. Não me refiro aos americanos filhos da puta que acham que a única música BR que existe é Garota de Ipanema, mas há muitos argentinos que gostam pra caralho de bossa nova. Também tem muito japonês produzindo bossa nova, eles adoram o estilo, pois é uma forma de escapismo para eles. Sim, não estou brincando, os japoneses produzem bastante bossa nova, enquanto que os próprios brasileiros só produzem merda e não lembram que tal estilo glorioso existe. Também é comum weeaboos pegarem samples de bossa nova e fazerem mashup com porras de Vocaloid e relacionados, ou fazer composições originais mesmo.[5]


Exemplo de bossa nova, falando de coisas simples e cotidianas

Agora a mesma música, refeita em 2013, contendo apenas críticas sociais fodas

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Jovem Guarda[editar]

Roberto Carlos, Wanderléa (gostosa pra caralho) e Erasmo Carlos foram os criadores do movimento

Em meados da década de 1960, surgiu um programa de TV chamado Jovem Guarda, da qual participavam nomes como Roberto Carlos (bem antes de ter programa na Globo e fazer shows em cruzeiros), Wanderléa e Erasmo Carlos (quando ainda tinha cabelo). Baseado no rock internacional da década anterior e também no recente estouro de bandas como Beatles, esse movimento influenciou bastante a música, moda e comportamento dos jovens alienados brasileiros. Durante essa época, era comum ver jovens cabeludos usando colares e pulseiras, que usavam gírias ridículas como "é brasa, mora" e chamavam mulheres bonitas de "brotos" (que broxante). As letras das canções eram básicas e grudentas, geralmente falando de amor e temas jovens.

Esse movimento foi considerado o responsável pela consolidação do rock no Brasil. Ou seja, se não fosse por ele, a música atual seria bem melhor. Apesar de já terem artistas brasileiros que faziam rock antes de 1965, o movimento estava em baixa antes da criação da Jovem Guarda. A criação do programa abriu portas para vários artistas de sexualidade duvidosa que estavam começando na época, como Ronnie Von, Wanderley Cardoso e Jerry Adriani, entre outros. Mas também não faltaram críticas, dizendo que o ritmo não tinha nada de brasileiro e que tínhamos nos entregado pra cultura de massa americana. Só que, se pensarmos bem, qual estilo é 100% original, se sempre derivam de outros pré-existentes? Então, esses críticos tinham mais é que se foder.

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Ver também[editar]

Referências

  1. Livro, tenha em mente que algumas páginas estão omitidas (isso inclui a que tem essa informação) pois os judeus querem que você compre esta merda
  2. Ou seja, não há tentativas falhas de canto, é skill pura com instrumentos
  3. Mentira, estou apenas sendo pretensioso
  4. https://youtu.be/CoipfNCCoek
  5. Como esse, que até seria legal se não fosse Vocaloid

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