Nuvem

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Nuvem, em informática, é a nova modinha da segunda década do século XXI, porque o pessoal já se cansou das metáforas antigas para se referir à porra que, sem usar metáfora, quer dizer uma porrada de computadores ligados: esta merda já se chamou rede (em inglês, net, daí os termos ARPANET, USENET e Internet) e teia (em inglês, web, em World Wide Web e Deep Web).

Maldita nuvem!

Antes que alguém pergunte,[1] nuvem também quer dizer outras coisas, mas como esta merda é um site sobre a Internet e sobre informática [2] não faz sentido haver um artigo Nuvem (desambiguação), onde haveria um link para Nuvem (fenômeno atmosférico), e um artigo Nuvem (informática). Ou será que faz sentido? Sei lá, foda-se, qualquer dia a gente pensa melhor sobre isto. Ou não.

Mas voltando ao que interessa: nuvem, em informática, se refere a coisas que deveriam ser feitas no computador mas que são feitas na Internet. O que caracteriza o aspecto volátil e etéreo da nuvem é que, ao contrário dos métodos tradicionais de enfiar coisas na Internet, ao fazer uso da nuvem o usuário está cagando e andando para onde as coisas são enfiadas, ou seja, a ideia é não se preocupar onde as coisas são enfiadas, mas ter a garantia de que, uma vez enfiadas, será possível desenfiar.

Detalhando um pouco mais: tradicionalmente, o cara comprava espaço em determinado servidor, e sabia onde ficava este servidor. Isto dava uma certa segurança ao cara, por exemplo, antes do 11 de Setembro havia servidores que ficavam em uma das duas torres gêmeas, com seu backup na outra torre, como uma garantia de que, se alguma merda acontecesse com um servidor, o outro servidor garantiria a integridade dos dados. Não preciso dizer o que aconteceu com estes dados, se bem que tem gente que diz que o ataque foi forjado precisamente para apagar estes dados.

Para evitar estes problemas foi criado este tal conceito de nuvem, ou seja, o cara tem alguns dados que ele não quer perder - por exemplo, o sex-tape dele fodendo a pitanga [3] - mas também não quer ficar fazendo um trilhão de backups em meios físicos, porque estes meios físicos são uma merda. [4] Então o cara arruma algum serviço (tem os gratuitos, que são uma merda, e tem os pagos, que também são uma merda) e joga os dados na tal nuvem, e deixa que o cara que controla o serviço se preocupe em garantir que os dados não serão perdidos, e que será possível recuperar os dados quando o usuário quiser - no exemplo do sex tape, quando a vadia da namorada arrumar outro cara, a hora perfeita para upar o sex-tape para o RedTube. Claro, como fica óbvio por este exemplo, um dos prerrequisitos da nuvem é que os dados sejam confidenciais, ou seja, só o cara (ou seus amiguinhos rsrs) tenha acesso aos dados.

Outra forma de usar a nuvem é o que se chama de computação compartilhada. Ou seja, o cara quer rodar um programa que, no computador dele, levaria um milhão de anos para rodar. Então o cara joga o programa na nuvem, e a nuvem espalha partes do código para rodar em dez milhões de computadores diferentes, fazendo com que o resultado chegue em um mês. Obviamente, quem faz isto não é qualquer um, dizem que um dos objetivos dos caras que fazem vírus de computador é usar os vários computadores infectados para rodar programas que craqueiam senhas.[5][6]

Mas, para o simples mortal, o uso principal da nuvem é o armazenamento, em inglês, cloud storage.[7][8] O armazenamento funciona se cumprir dois requisitos básicos, for simples upar para a nuvem, e for simples e confiável downloadar da nuvem, e um requisito que também é desejável, ou seja, que terceiros não possam bisbilhotar o que está trafegando entre o computador e a nuvem. Claro que ninguém precisa ser um gênio para perceber que estas três condições são incompatíveis: se for fácil upar e downloadar, então será fácil para algum cracker interceptar a conexão e capturar o que está navegando - lembra do sex tape? Imagina se você casa com a pitanga, e um dia chega no trabalho e está todo mundo vendo o vídeo dela sendo comida! Por outro lado, se o serviço for muito rigoroso na criptografia, e tomar cuidado para que os dados não fiquem muito soltos, a chance de dar pau na transmissão ou deles se perderem já aumenta.

Atualmente,[9] guardar porras na nuvem se tornou praticamente a única forma de salvar dados dos telefones celulares. Isto porque os aparelhos são uma merda, não conseguem conversar com os computadores, vivem dando pau e parando de funcionar e, quando funcionam bem, são roubados. Então, de novo, o cara tem que tomar muito cuidado para não sair por aí distribuindo fotos da pitanga escancarando a buceta.

Ver também[editar]

Referências

  1. Como se alguém estisse lendo esta merda; a gente acha que o pessoal só visita este site para ver se tem pornografia nova.
  2. E sobre pornografia, afinal, the Internet is for Porn.
  3. Mas cuidado, porque comer pitanga na beira de um rio pode ser fatal.
  4. DVD gravado, por exemplo, que, teoricamente, dura 5 anos, na verdade não dura nem meses.
  5. https://en.wikipedia.org/wiki/Password_cracking
  6. É, de vez em quando a gente acha coisa legal na wikipédia em inglês.
  7. https://en.wikipedia.org/wiki/Cloud_storage
  8. Não confundir com wind storage, expressão que ficou famosa em mais um discurso aparentemente sem nexo da Dilma, que falou em estocar vento. Só que, neste caso, ela nem estava tão errada, pois estocar vento é mesmo um termo usado na indústria da energia eólica: http://www.revistaforum.com.br/2015/10/15/dilma-esta-errada-por-querer-estocar-vento-para-cientistas-britanicos-nao/
  9. 2016
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