RPG

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RPG, acrônimo para Reestruturação Postural Global Role Playing Game, traduzido por jogo de interpretação, é um jogo que envolve personagens, normalmente com características típicas de personagens de livros ou filmes.

A diferença fundamental de um RPG para outro tipo de jogo é que no RPG o jogador, de uma forma metafórica, é seu personagem, assumindo seu papel e respondendo em primeira pessoa por ele - como um ator faz quando interpreta um papel no teatro.

É diferente, por exemplo, do xadrez, em que o jogador não é o seu rei, ou de um jogo de estratégia, em que o jogador é apenas o controlador das peças.

Existe RPG de todos os gêneros imagináveis, desde ficção medieval (o mais comum) até terror e suspense. Existem dois tipos de RPG: Os de mesa (ou de papel) e os eletrônicos (ou de computador).

RPG de mesa[editar]

Uma partida de RPG de mesa.

Também conhecido com RPG de papel, é o RPG jogado com lápis e papel, jogado até hoje. Um grupo de pessoas se senta em uma mesa ou qualquer outro lugar com espaço, preenchem fichas, que contém dados sobre o personagem, tais como: Nome, idade, clã, nível, HP, SP, habilidades, atributos, etc. Esses dados podem ser preenchidos de acordo com as regras do jogo.

História[editar]

O RPG surgiu a partir dos wargames. Havia um jogo, Chainmail, que era a simulação de batalhas entre exércitos medievais. Então resolveram criar regras especiais para dar destaque a ações individuais nas batalhas, de forma que um cavaleiro fodão pudesse decidir a batalha - mas, para ter graça, era preciso opor um cavaleiro fodão a outro cavaleiro fodão. E porque não incluir também magia?

Mas foi então que Gary Gygax, o criador do Chainmail, percebeu que estas regras eram muito legais para serem usadas apenas em batalhas, e que poderiam ser expandidas. Em vez de opor exército contra exército, ou super-soldado contra super-soldado - ou, de modo geral, um jogador contra outro - que tal opor todos os jogadores, agindo de forma coordenada e complementando suas habilidades, contra um cenário cuidadosamente planejado para ser ao mesmo tempo desafiante e divertido?

Como o jogo tinha elementos de fantasia medieval, seu nome foi Dungeons & Dragons (D&D, Masmorras e Dragões), e o cara que bola o cenário passou a ser chamado de Dungeon Master (DM). Nos demais RPGs, este cara que faz o cenário é chamado pelo nome mais genérico de Game Master (GM).

Claro que, no Brasil, o DM era chamado de débil mental, e o GM de gay master.

Funcionamento[editar]

No RPG de papel, existe necessariamente a figura do Game Master (Dungeon Master, no D&D e suas variantes), que é o cara que controla quase tudo - menos os personagens.

Os personagens são controlados pelos jogadores - mas seguindo regras muito específicas. De modo geral, os RPGs dão bastante liberdade criativa, mas se o jogo é ambientado, por exemplo, na Idade da Pedra, não adianta chorar nem espernear, que o Game Master não vai deixar você criar um personagem que saiba hackear computadores!

O jogo começa com a geração dos personagens, que pode ser feita de forma consensual entre o Game Master e os jogadores, ou através de métodos aleatórios. Normalmente é um processo híbrido, a aleatoricidade garante que cada personagem será único, e uma negociação garante que o jogador criará um personagem do seu agrado.

Depois de preenchidas as fichas, os jogadores fazem uma pequena apresentação sobre seus personagens, falando sobre sua aparência física, personalidade e comportamentos. Isso é algo que ajuda bastante a pessoa a se tornar mais comunicativa, até porque o RPG de mesa trabalha basicamente com isso. O mestre então começa a aventura, descrevendo o cenário de forma rica e precisa, para que todos os jogadores possam imaginar os seus jogadores naquele lugar. Bonequinhos e mapas desenhados ajudam. Para enriquecer ainda mais a narrativa, pode-se usar músicas: Qualquer tipo de música, desde aquelas chatas do Radiohead até trilhas sonoras de filmes, seriados e desenhos, mas a música tem que ter o mínimo a ver com o cenário.

Em seguida, o Game Master inventa uma pequena história para justificar que os personagens estão juntos (não precisa ser muito detalhada, em um cenário medieval poderia ser vocês todos estão juntos no puteiro), e propõe um problema aos jogadores.

A partir daí, os jogadores - através dos seus personagens - passam a iteragir com o mundo imaginário criado pelo Game Master. Você começa a inventar falas para o seu personagem e decidir o que ele vai fazer, como se fosse um ator treinando o seu papel para uma peça de teatro. Cada ação que você decide fazer, poderá obter sucesso ou fracasso, isso depende do resultado dos dados. Falaremos deles agora. A diversão está do lado do Game Master, em ver que todo o seu trabalho de criação será demolido e corrompido pelos jogadores, e a diversão dos jogadores é ver o Game Master ter que se virar para criar situações desafiantes.

O personagem[editar]

Como dito acima, cada jogador tem uma ficha, cujos números são dados pelas regras estipuladas pelo mestre. A partir dos atributos, a quantidade de pontos de vida e pontos mágicos é uma soma ou multiplicação por algum número. Por exemplo, na ficha abaixo, o jogador João Pedro tem 2.000 de Pontos de Vida, pois o mestre disse que a quantidade é a multiplicação dos pontos de Força por 100. Também há um número certo para distribuição de atributos, senão o jogo fica muito injusto. Na ficha, por exemplo, temos 48 pontos disponíveis para distribuição, mas isso varia de jogo para jogo, ou seja, não é um padrão.

Como exemplo ilustrativo, mostraremos uma ficha típica de um personagem de D&D, em suas primeiras edições.

Ficha de um personagem de D&D
Ana beatriz barros 2010 pirelli facao.jpg Nome: Barr Beatrixanna
Classe: Maga

Level: 3
XP : 2310
HP : 13

AC : 1
Str : 6 (-1)

Int : 16 (+2)
Wis : 8
Dex : 13 (+1)
Con : 13 (+1)

Cha : 18 (+3)
Spells
Charm Person

Sleep

Continual light
Equipamento
1200 cp

600 sp
500 gp
8 gems
Ração (3)
Dagger +2
Panties of Protection (AC 2)
Scroll: Fireball, Control Monster

Ring of Water Breathing

Vamos analisar a ficha.

Um dos detalhes interessantes é a mistura de português e inglês. Isso porque, quando o RPG chegou no Brasil, era através de cópias xerox dos caros volumes importados, então nem todo mundo se dava ao trabalho de traduzir.

Logo abaixo da descrição da classe, temos o nível (level). Cada personagem começa no nível 1 (isso podia ser negociado), e aumentava de nível quando ganhava experiência (XP) suficiente. Por exemplo, um Fighter passava do nível 1 para o nível 2 com 2000 XP. No caso, o campo XP indica não a XP total, mas a XP acumulada acima da mínima para o personagem ter o nível 3.

Ganha-se experiência matando monstros (tudo é monstro em RPG, até a personagem acima representada, se seu personagem estivesse iteragindo com ela, seria um monstro), pegando tesouro, cumprindo tarefas ou mesmo quando o GM resolver que o personagem merece.

HP (hit points) é quantos pontos de vida o personagem tem. Cada quantum de porrada é 1 HP, então este personagem poderia tomar até 13 porradas - mas poderia morrer em uma única porrada que tirasse os seus 13 pontos. Magos tem HP mais baixo, e devem ser mantidos seguros pelos outros personagens.

AC (armor class) é um número maluco que começa em 9 e vai diminuindo (coisa de americano, que faz tudo ao contrário). Esta personagem deveria ter AC 8, mas ela tem um equipamento mágico que melhora isso. Em um ataque de porrada, compara-se o nível do atacante, sua força e os bônus da arma contra a armor class do defensor, gerando uma probabilidade de sucesso. Se não tiver sucesso, o defensor não leva dano nenhum, se tiver, ele perde alguns hit points.

Em seguida vem as características. No D&D, os bônus (e pênalties) por características são dados por faixas: 8-12 = zero, 13-15 = +1, 16-17 = +2 e 18 = +3. Observa-se que o jogador maximizou todas as características - isso é muito comum. As características são Strength, Intelligence, Wisdom, Dexterity, Constitution e Charisma. Os nomes são óbvios, exceto Wisdom (que é uma espécie de fervor religioso) e Constitution (que é a resistência natural do corpo a tomar porrada, vale hit points extras).

Spells é o que faz o mágico ser mágico; os nomes são auto-explicativos. Conforme o mágico sobe de nível ele vai ganhando novos spells e spells mais poderosos.

Equipamento é o que o personagem carrega, e vemos aqui um grande nonsense: o personagem carrega uma porrada de moedas de cobre (cp, copper pieces), prata (sp) e ouro (gp), mas, se este peso fosse convertido para unidades métricas, daria uns 100 kg. Só que como as regras eram todas escritas em unidades americanas que ninguém tem a menor ideia de quanto valem (feets? inches? pounds? que merda é essa?), acabava que ninguém nunca ligou para o cálculo da massa carregada por cada personagem.

Dagger +2 é a adaga que o personagem carrega. Este +2 é um bônus de ataque, mas isso não vale muita coisa (um mago não vai cair na porrada, é suicídio).

Panties of protection (AC 2) é um ítem mágico realmente fodão, que faz com que esta maga tenha armor class 1 (AC 2 do equipamento - (+1) do bônus de destreza), e que vai garantir que, mesmo que ela seja eventualmente atacada, ela provavelmente vá escapar do ataque sem perder nenhum hit point.

Scroll é um pergaminho mágico, que tem mágicas extras. As mágicas em Spells podem ser usadas uma vez por dia, todo dia, mas as mágicas do scroll só podem ser usadas uma vez: usou, acabou.

Ring of Water Breathing é um ítem mágico que permite à maga respirar em baixo d'água.

Finalmente, uma informação muito importante, mas que não aparece na ficha, é o Alinhamento do personagem. O alinhamento é o que diz se o personagem é "do bem", "do mal" ou "do foda-se" - e é um segredo entre o jogador e o DM. Porque qual é a graça de criar um personagem filho da puta (Alignment: Chaotic Evil), que todo mundo sabe que é filho da puta? A graça é criar um personagem filho da puta, que age como bonzinho, até o momento certo de trair todo mundo. Obviamente, como todo mundo sempre quer ser filho da puta, o DM tem que dar vantagens a quem não é, por exemplo, criando ítens mágicos que só podem ser usados por quem é bonzinho.

Nomenclatura[editar]

Vários termos surgiram com o RPG. A notação xdy (por exemplo, 2d10) surgiu no D&D, e signifa jogue dois dados de dez faces e some o resultado.

PC (Player character) é um personagem controlado por um jogador. Existem personagens que são controlados pelo GM, e são os NPCs (non-player characters). Os NPCs, a princípio, não diferem nada dos personagens, tendo ambições, amizades, motivações e podendo subir de nível. Um bom cenário, necessariamente, deve ter NPCs interessantes, nem todos sendo apenas para serem trucidados pelos PCs.

to hit é o resultado do cálculo de probabilidades para verificar se uma porrada tem ou não sucesso. Por exemplo, no D&D, um fighter nível 1 tem um to hit igual a 19 para acertar um personagem de armor class 0, ou 15 (= 19 - 4) para acertar um personagem de AC 4, ou 12 (= 19 - 4 - 3) se ele tiver força 18 (bônus +3), ou 11 (= 19 - 4 - 3 - 1) se ele estiver usando uma "Sword +1". Assim, ele joga um d20, e se o resultado for maior ou igual a 11 (ou seja, 50% de chance), a porrada tem sucesso.

Dados[editar]

Você tem dado em casa?

Os dados são responsáveis por decidir se a sua ação vai ter sucesso ou não. Ao jogá-los, se a soma dos números for igual maior do que um número-chave, que só o mestre sabe na maioria das vezes, então a ação acontece. Se o número for menor, então a ação fracassa. Uma coisa interessante é que dependendo do número, o mestre pode dar uma interpretação diferente. Por exemplo, uma aranha te ataca e você decide fugir, se o número-chave é 3 e você tira 3, então ele pode falar "você consegue escapar, com muito esforço", e se tirar um 10, ele pode falar "você conseguiu escapar sem maiores problemas".

Existem vários tipos de dados. Além dos tradicionais de seis lados, temos os de quatros lados, de dez, de vinte, de cinquenta... Temos também dados específicos, onde cada lado é uma palavra correspondente à um atributo ao invés do número, por exemplo. Ambos os tipos podem ser comprados pela internet ou em lojas especializadas. Graças à eles, temos diversos sistemas de jogo, como o 2d4 (dois dados de quatro lados)...

A liberdade[editar]

O seu personagem pode ser o que você quiser. Pode ser um viado elfo extremamente burro ou um bárbaro ganhador do prêmio Nobel de física. A imaginação é sua, e é isso o que vale em um jogo de interpretações. Inclusive o jeito de você falar pode torná-lo único. Você pode forçar sotaques para ele, forçar voz fina ou voz grave, você é que decide. Um jogo de RPG não deve ser totalmente sério, pois ele fica muito chato sem momentos divertidos. Mas é claro: Você precisa respeitar as regras, até mesmo para um jogo mais saudável. Nada de encher essa porra de palavrões, e nem fale demasiadamente rebuscado em todas as ocasiões em que for o seu turno de jogada, pois é provável que ninguém vá entender porcaria alguma do que você diz.

Controvérsias[editar]

Claro que qualquer jogo que faz as pessoas pensarem, calcularem e estudarem (porque o Game Master tem um enorme trabalho; sendo necessário muitas vezes estudar mitologia, história, línguas antigas, etc para criar um cenário criativo) não seria bem recebido pelos filhos da puta nos Estados Unidos.

O RPG foi acusado de fazer apologia do satanismo (porque havia magias para invocar demônios, e os clérigos podiam fazer sacrifícios humanos - porra, leiam a merda da história e da mitologia e verão que tem isso tudo! Se bem que hoje tem psicopata querendo censurar Monteiro Lobato porque ele era racista), e por conter imagens eróticas (de novo, leiam a porra dos livros de arqueologia, e vejam que roupa os povos antigos usavam).

As edições mais antigas de RPG sempre tinham personagens gostosas pagando peitinho e mostrando a bunda, mas a partir dos anos 1990, quando houve uma grande recaída babaco-moralista, nunca mais fizeram (nos Estados Unidos) um RPG com imagens historicamente acuradas.

No Brasil[editar]

A onda do RPG chegou tardiamente ao Brasil, mas, mesmo assim, algumas coisas foram produzidas localmente.

Um dos destaques é o RPG satírico Defensores de Tóquio, que é inspirado no universo dos animes e mangás. Apesar de satírico, suas regras são genéricas e podem ser usadas até para jogar uma aventura séria.

RPG de computador[editar]

As regras do RPG de papel foram adaptadas para jogar em computador, obviamente perdendo toda a flexibilidade que um Game Master humano dá.

Provavelmente o primeiro jogo, fortemente baseado no D&D e no seu sucessor AD&D (A = Advanced) foi o nethack, que foi desenvolvido em um esforço colaborativo, e consumiu horas dos computadores lentos dos anos 1970 e 1980.

A ideia do RPG continua em vários first person shooters, só que, em vez de um cenário medieval e de fantasia, temos um brucutu que sai atirando em tudo que se move.

RPG na Internet[editar]

Infelizmente, a Internet ainda não conseguiu reviver o RPG de papel, ou seja, existem poucas campanhas sendo geridas por Game Masters humanos, com vários jogadores iteragindo com ele através de e-mail ou IM.

Porém o GM humano de certa forma foi substituído por mundos em que convivem vários (mas vários pra caralho) personagens, que são os Massively Multiplayer Online Role Playing Games, ou MMORPGs.

MMORPG[editar]

World Of Warcraft, é dito como o MMORPG mais jogado do mundo, ultrapassando a casa dos milhões de jogadores.

Hoje se joga muito mais RPG pelo computador do que na mesa, os jogadores se juntam por fóruns, por Skype ou por qualquer merda que esteja ligada à internet. Um bom exemplo de RPG eletrônico é o Final Fantasy, o Breathe Of Fire, jogos da franquia Zelda, etc. Nisso, surgiram os RPGs para se jogar em tempo real, com jogadores do mundo inteiro: São os chamados MMORPGS (sigla para Massively Multiplayer Online Role Playing Game, ou Jogo Online de Interpretação Online de Jogadores em Massa). É, o nome é longo pra caralho, melhor chamar de MMORPG mesmo. Um bom exemplo é o Tibia, que mesmo sendo uma porcaria, é um jogo bem famoso e que é jogado até hoje. Outros jogos são: Mu Online, TERA Online, Ragnarök Online, World Of Warcraft... Todos com suas peculiaridades e gráficos. Mas há uma diferença do RPG eletrônico para o de mesa: Você não diz o que seu personagem vai fazer, e nem há um mestre. Você o controla pelo cenário, matando monstros, fazendo amizades, quests (aventuras) e fazendo o que bem entender com o seu personagem. Você pode editar o boneco com várias roupas, armas e tudo o que o jogo permitir.

Obviamente, não há papel ou lápis. É tudo controlado pelo computador. Você pode aumentar seus atributos ao subir de nível, assim como o RPG de mesa, mas clicando em setinhas, ou você apenas passa de nível e seus atributos sobem sem você interferir, como é o caso de alguns jogos. Se no RPG de mesa você imagina o seu personagem, no RPG eletrônico você o vê. Pode não ser exatamente como você quer, mas é o personagem que você criou. No mundo e nas cidades, você verá dezenas de outros bonecos controlados por pedófilos, sequestradores e hackers pessoas do mundo todo.

Você tem um login e uma senha, e é com ele que você entra no mundo virtual. Quando você sai do jogo, ele continua lá, só o seu personagem que não está mais sendo controlado até você logar novamente. Isso é o que chamamos de jogo em tempo real.

Guerra de Clãs e lutas entre jogadores[editar]

É um recurso que pode se ter em RPG de mesa, mas como é muito difícil de ser narrado, Guerras acontecem geralmente no RPG eletrônico. Jogadores criam um clã, chamam pessoas, se fortalecem e combatem entre si. No caso do Ragnarök Online, há a Guerra do Emperium, que segue exatamente essa linha. Os clãs batalham em castelos, e os que destruírem o Emperium antes dos outros ficam com o castelo até a próxima guerra.

Luta entre jogadores é fácil na interpretação, pois os jogadores interagem entre si. Vendo isso, temos o PvP (player vs. player) nos RPGs eletrônicos. Os jogadores literalmente se matam (no jogo, é claro mas tem vezes que é na vida real mesmo), com ou sem nenhuma premiação... Apenas para ver quem é o mais forte.

MMORPGs têm o recurso de troca de itens especiais por dinheiro real. Alguns jogadores optam por pagar, assim recebendo benefícios que os jogadores não pagantes não usufruem.

Ver também[editar]