Video game

De Wikinet
Ir para: navegação, pesquisa
Típica interface de jogos modernos.

Video game (em português, jogo eletrônico, mas ninguém é bicha o bastante para usar esse termo, nem mesmo adultos) ou vidya gaem é o que adultos virgens e underages jogam para preencher suas vidas vazias e inúteis com um falso sentimento de conquista. Boa parte dos games vieram do Japão, isso porque os japoneses se relatam muito com o estereótipo mais comum de gamer (virgens solitários e falhos que se masturbam o dia inteiro e não pegam ninguém que não seja um desenho animado na tela do computador).

O video game consiste num aparelho eletrônico no qual o usuário precisa interagir com ele para ver merda acontecer na TV ou no monitor (ou, no caso de jogos de merda para smartphones, na tela minúscula do celular). Normalmente, isso se faz sentado enquanto tudo o que se movimenta são suas mãos para manusear o aparelho e a sua face para reagir ao rage que o jogo vai te causar, mas algumas empresas de merda, numa tentativa falha de inovação, estão tentando mudar esse cenário, lançando plataformas com captura de movimento, como o Wii U e as devidas cópias da Sony e Microsoft: PlayStation Move e Kinect. Essas empresas retardadas não entendem que o gamer comum é gordo e só quer sentar e jogar video game com o controle, ele não quer se mexer na frente da TV feito um retardado, por isso que ele é gordo, sem falar que a sua falha já é humilhação o suficiente para a vida dele.

História[editar]

Jogos no Brasil são muito caros pois têm imposto de 120% porque o governo os coloca na mesma categoria que jogos de azar.[1]
Diferente de jogos em mídia física, jogos de PC são tratados como software, e podem custar até menos que no exterior. É até difícil acreditar que alguma coisa é mais barata no Brasil. Mas isso falha duramente por causa do preço ridículo dos componentes para se montar um PC decente.

Os video games são separados por gerações, a cada geração que se passa o hardware das plataformas de vidya vai melhorando, proporcionando gráficos melhores e... Gráficos melhores. Também jogos mais longos e chatos.

Há registros na história de que existiam games já há muito tempo atrás, com o surgimento de jogos criados por virgens da NASA que procuravam alguma atividade além de se masturbar por causa da falta de esposa, mas os games só ficaram populares mesmo com o lançamento do Atari 2600 em 1977. Antes dele, houveram os arcades, que eram aquelas máquinas que necessitavam de ficha para se jogar e que pobrefags ainda jogam hoje em dia em fliperamas, e o console Odyssey, cujo único entretenimento que se dava para tirar dele era destruí-lo com um martelo. Infelizmente, o Atari já chegou cagando, com versões de merda do Pac-Man e ET, e a indústria dos video games quase morreu. Mas então, chegou a Nintendo, com o Nintendo Entertainment System (NES) em 1983 lançando jogos como Super Mario, The Legend of Zelda, Metroid e outros cujas franquias ainda são recicladas hoje em dia para espremer o máximo que puderem dos bolsos de fanboys da Nintendo.

Vendo o sucesso da Nintendo, várias empresas começaram a copiá-la. A Sega era uma grande concorrente da Nintendo nos anos 1980 e 1990, mas morreu quando lançaram o Dreamcast, um console que por ter sido lançado no meio da geração, ninguém comprou, e todo mundo esperou para comprar um PlayStation 2, GameCube ou o Xbox. Sim, Xbox, que surgiu do nada. Aparentemente, a Microsoft viu o crescimento da indústria dos video games, e como naquela época ninguém queria saber de jogar no PC, eles ficaram mad e lançaram o Xbox, cujo diferencial era oferecer um serviço multiplayer online, para você poder jogar Halo na Internet com underages de merda.

O PlayStation 2 foi um dos consoles que mais teve sucesso na história, isso porque pobrefags compravam para piratear jogos como GTA e FIFA, weeaboos compravam para jogar jogos japoneses como JRPGs chatos, japoneses mesmo compravam o console porque eles nem queriam mais saber da Nintendo e todos os outros gamers também compravam por causa da grande variedade de jogos que a biblioteca do PS2 disponibilizava (diferente do Xbox 360, que só tem jogo de tiro). Nem nintendistas compraram o GameCube pois eles já estavam satisfeitos jogando Pokémon no Game Boy Advance e o Xbox só vendeu bem nos Estados Unidos pois eles engolem qualquer merda que eles caguem.

Com a entrada da sétima geração de consoles, o PC entrou na competição. Foram lançados muitos jogos multiplataforma, ou seja, para PC, Xbox 360 e PS3. Como o Wii tinha um hardware muito inferior, qualquer jogo multiplataforma que o incluísse era um port de merda com gráficos terríveis, sem falar que os desenvolvedores quebravam a cabeça para pensar numa jogabilidade que prestasse com a porra do Wiimote. Jogos exclusivos para cada console se tornaram essenciais, já que muitos gamers autistas não hesitariam em comprar um console caro pra caralho só para jogar um jogo. É dito que não há desvantagens em se jogar no PC, mas isso é mentira, pois, enquanto que se você compra um console você poderá jogar os jogos da geração até o fim dela (talvez você tenha que trocar o seu console caso ele dê uma falha no hardware como 3rl), você gasta R$5000,00 em um PC que preste agora para jogar jogos modernos e ele se tornará obsoleto em 6 meses. O Xbox 360 foi o maior fail dessa geração, mas para a Micro$oft nem faz diferença.

A atual geração de plataformas de vidya consiste no PlayStation 4, Xbox One e o Wii U, que parece o Dreamcast lançando um console para a nova geração anos antes dela começar. O PC agora também é considerado uma plataforma de vidya definitiva. Consoles atuais são sempre muito caros, o que significa que os pais dos gamers mimados não vão comprar mais de um para eles. Isso resulta em guerras entre consoles e fanboys de marcas, que tentam a todo custo justificar sua compra.

Galeria[editar]

Ver também[editar]

Referências