Wireless bridge

De Wikinet
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Wireless bridge é um componente de hardware que conecta dois ou mais segmentos de uma rede local, que estão fisicamente ou logicamente separados.

Tá, porra, esta explicação, traduzida da Wikipédia em inglês, [1] está uma merda. Ou seja, se você sabe o que é wireless bridge, não disse porra nenhuma que você não soubesse, e, se você não sabe, então esta merda não ajudou a explicar porra nenhuma. Aliás, a tradução para o português desta porra é roteador wireless, ou seja, até a tradução em português é uma merda, porque traduziram metade da expressão.

Então, como sempre, vamos recorrer a uma metáfora para explicar direitinho o que é uma wireless bridge e, como sabemos que a pornografia é a melhor forma de estimular os neurônios, vamos recorrer a uma metáfora pornográfica.

Cherry Jul faz a wireless bridge entre George Uhl e Eufrat Mai.

Digamos, hipoteticamente, que um homem heterossexual conhece uma mulher lésbica, e, por algum motivo que não interessa, eles resolvem ter uma relação sexual. Ora, da parte do homem não tem problema. Pelo contrário, nem seria problema, seria solução, porque ele poderia forçar um estupro,[2] e tudo ficaria bem. Mas digamos que, por algum motivo qualquer, não fosse possível estuprar a lésbica. Então, a solução seria recorrer a uma mulher bissexual. A mulher bissexual, neste caso, faria o papel que, na informática, faz a wireless bridge: ela ficaria no meio, fazendo a ligação entre o homem heterossexual e a lésbica, de forma que, em certo sentido, poderia se dizer que o cara está comendo a lésbica, quando, fisicamente, eles não estão em contato.

A metáfora não é 100% perfeita, [3] porque no caso do ménage à trois incompleto a comunicação entre o homem heterossexual e a mulher bissexual, ou entre a mulher bissexual e a mulher lésbica não são exatamente wireless, pois existe contato físico. Mas serve como exemplo, porque um wireless bridge também pode ser parcialmente wireless e parcialmente físico.

Na prática, a porra funciona assim: a pessoa mora em alguma casa ou apartamento, e compra uma porra de um wireless router e lê no manual que o alcance da merda é de 150 metros. Todo feliz, porque ele vai colocar o modem na sala e quer usar o notebook no banheiro (ou seja, vai visitar sites de putaria e não vai perder tempo entre ficar de pau duro e tocar punheta), de repente ele descobre que essa porra de 150 metros de range é mentira, na verdade o sinal não consegue atravessar uma merda de uma parede fina pra caralho, provavelmente porque tem canos de água ou gás que interferem com o sinal.

Então, o otário vai numa loja e compra o tal wireless bridge, que é uma merdinha que se parece com o wireless router, mas costuma ter duas antenas em vez de uma. Aí começa o drama, porque configurar esta porra é complicado pra caralho, o cara pode tentar seguir o manual, mas quase sempre dá tudo errado, então no final acaba que ele tem que pagar para um técnico fazer a instalação para ele.

Quando a porra tá funcionando, alguns pontos da sua casa vão acessar o wireless router diretamente, e outros pontos vão acessar o wireless bridge, e este vai acessar o wireless router. Normalmente o cara nem vai saber qual é a rota usada, e ninguém se importa, desde que a porra funcione.

Referências

  1. https://en.wikipedia.org/wiki/Wireless_bridge
  2. Chamado, na linguagem médica, de estupro corretivo, e considerado a única forma eficiente de curar o lesbianismo.
  3. Por isso é metáfora, porra.

Ligações externas aka SPAM[editar]

  • Roteadores da marca D-Link, quase sempre funcionam sem problema, mas a instalação é uma merda.
  • Roteadores da marca TP-LINK, tem gente que usou e gostou, mas tem muita gente que se fudeu legal e acabou jogando fora.